A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia votou contra uma proposta de mudança na Lei da Ficha Limpa que poderia reduzir o período de inelegibilidade de políticos condenados.
O caso analisado pelo STF envolve alterações feitas pelo Congresso em 2025 na regra de contagem desse prazo, que, segundo críticos, acabam encurtando o tempo em que um político fica impedido de disputar eleições.
No julgamento, o voto da ministra foi no sentido de derrubar essa flexibilização e manter regras mais rígidas de inelegibilidade, preservando o espírito original da Lei da Ficha Limpa.
A discussão agora segue no Supremo, que deve decidir o impacto dessas mudanças nas eleições de 2026 e quais regras valerão para candidatos já atingidos por condenações.