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Durante audiência, Maduro se declara inocente e diz ser 'prisioneiro de guerra' de Trump

Data:
Antonio Dilson Neto

Presidente venezuelano responde por narcoterrorismo, tráfico de drogas e posse de armas

Durante audiência, Maduro se declara inocente e diz ser 'prisioneiro de guerra' de Trump
Reprodução/Eduardo Muñoz/Reuters

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou-se inocente nesta segunda-feira (5) diante da Justiça dos Estados Unidos e afirmou ser um “prisioneiro de guerra” do governo do presidente Donald Trump.

“Eu sou inocente. Eu sou um homem decente. Eu sou um presidente”, disse Maduro durante sua primeira audiência em um tribunal federal de Nova York, onde ouviu formalmente as acusações que pesam contra ele.

Capturado no sábado (3), em Caracas, por forças militares norte-americanas, Maduro respondeu à Justiça algemado e acompanhado da esposa, Cilia Flores. Ambos foram levados ao Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn, antes da audiência.

Maduro declarou inocência em todas as acusações, que incluem narcoterrorismo, conspiração para o tráfico internacional de cocaína, posse de armas e explosivos e conspiração para a posse de armamentos de uso restrito.

Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o presidente venezuelano e sua esposa são apontados como integrantes de uma organização criminosa conhecida como “Cartel de los Soles”, acusada de atuar no tráfico de drogas da América do Sul para os EUA.

Imagens divulgadas pela agência Reuters nesta segunda-feira mostram Maduro sendo transferido do presídio ao tribunal federal em Manhattan, localizado a cerca de oito quilômetros do MDC.

De acordo com a acusação, o grupo criminoso teria como objetivo não apenas o tráfico de drogas, mas também a desestabilização da sociedade norte-americana. Cilia Flores também responde a acusações formais, conforme informou o jornal The New York Times.

A Casa Branca passou a classificar organizações ligadas ao tráfico de drogas como grupos terroristas, ampliando o uso do aparato militar dos EUA contra essas estruturas. Especialistas, no entanto, contestam a narrativa oficial.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou-se inocente nesta segunda-feira (5) diante da Justiça dos Estados Unidos e afirmou ser um “prisioneiro de guerra” do governo do presidente Donald Trump.

“Eu sou inocente. Eu sou um homem decente. Eu sou um presidente”, disse Maduro durante sua primeira audiência em um tribunal federal de Nova York, onde ouviu formalmente as acusações que pesam contra ele.

Capturado no sábado (3), em Caracas, por forças militares norte-americanas, Maduro respondeu à Justiça algemado e acompanhado da esposa, Cilia Flores. Ambos foram levados ao Centro de Detenção Metropolitano (MDC), no Brooklyn, antes da audiência.

Maduro declarou inocência em todas as acusações, que incluem narcoterrorismo, conspiração para o tráfico internacional de cocaína, posse de armas e explosivos e conspiração para a posse de armamentos de uso restrito.

Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o presidente venezuelano e sua esposa são apontados como integrantes de uma organização criminosa conhecida como “Cartel de los Soles”, acusada de atuar no tráfico de drogas da América do Sul para os EUA.

Imagens divulgadas pela agência Reuters nesta segunda-feira mostram Maduro sendo transferido do presídio ao tribunal federal em Manhattan, localizado a cerca de oito quilômetros do MDC.

De acordo com a acusação, o grupo criminoso teria como objetivo não apenas o tráfico de drogas, mas também a desestabilização da sociedade norte-americana. Cilia Flores também responde a acusações formais, conforme informou o jornal The New York Times.

A Casa Branca passou a classificar organizações ligadas ao tráfico de drogas como grupos terroristas, ampliando o uso do aparato militar dos EUA contra essas estruturas. Especialistas, no entanto, contestam a narrativa oficial.

Pesquisadores ouvidos pelo jornal afirmam que o Cartel de los Soles não opera com uma hierarquia rígida, mas como uma “rede de redes” formada por militares e agentes políticos venezuelanos. Para esses analistas, embora Maduro não seja o chefe direto da organização, há indícios de que ele seja um dos principais beneficiários de um modelo de governança criminal híbrida instalado no país.

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