O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, rejeitou o pedido da defesa de Flávio Bolsonaro (PL) para afastar o ministro Flávio Dino de processos que envolvem o candidato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e as eleições de 2026.
A defesa alegou que a proximidade entre Dino e Lula poderia comprometer a atuação do ministro e pediu que os processos fossem redistribuídos para outro integrante da Corte. O caso tramita em segredo de Justiça, e a íntegra da decisão de Fachin não foi divulgada.
Entre os processos citados pelos advogados estão ações relacionadas ao uso de emendas parlamentares, ao financiamento do filme Dark Horse e a pedidos apresentados pelo PT ao Supremo.
Na solicitação, a defesa afirmou que manter Dino na relatoria de processos envolvendo Lula, Flávio e a eleição, a poucos dias do primeiro turno, poderia afetar a imagem do STF. Os advogados também defenderam que as investigações continuassem, mas sob responsabilidade de outro ministro.
Com a decisão de Fachin, Dino permanece à frente dos processos mencionados pela defesa.