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Novo relator do caso Master, Mendonça pede à PF diagnóstico sobre fraudes financeiras

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Da redação

Magistrado substituiu Dias Toffoli após questionamentos sobre vínculos com investigados

Novo relator do caso Master, Mendonça pede à PF diagnóstico sobre fraudes financeiras
SCO/STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), realizou nesta sexta-feira (13) uma reunião com delegados da Polícia Federal responsáveis pelas investigações sobre fraudes financeiras envolvendo o Banco Master.

O encontro teve início por volta das 15h30 e teve como objetivo apresentar ao magistrado um panorama geral do inquérito, incluindo os principais avanços, diligências já realizadas e os próximos passos da apuração.

A reunião ocorreu um dia após Mendonça assumir a relatoria do caso no STF. Ele substituiu o ministro Dias Toffoli, que deixou a condução do processo depois da divulgação de notícias sobre um suposto vínculo com investigados no caso.

A relação mencionada envolve a empresa Maridt Participações, da qual Toffoli admitiu ser sócio. Segundo o ministro, trata-se de uma companhia familiar administrada por seus irmãos, na qual ele não exerce função de gestão.

A Maridt manteve negócios com um fundo administrado pela Reag, empresa ligada ao Banco Master. O ponto central dessa relação é o resort Tayayá, empreendimento de luxo localizado em Ribeirão Claro, no Paraná, do qual a empresa da família Toffoli foi coproprietária até fevereiro do ano passado.

Toffoli afirmou que seu nome não constava nos registros públicos da empresa devido ao fato de se tratar de uma sociedade anônima de capital fechado e ressaltou que não atuava como sócio-administrador.

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