Os Estados Unidos tentam formar uma coalizão internacional para reabrir o Estreito de Hormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. A região enfrenta restrições desde o início do conflito com o Irã.
Por onde passa cerca de um quinto do petróleo global, o estreito teve o tráfego fortemente afetado após ações militares e bloqueios. Desde fevereiro, a circulação de navios foi amplamente interrompida, com embarcações evitando a região por riscos de ataques e minas marítimas.
Segundo análises de mercado e cobertura de veículos como a CNN, o fluxo segue instável, com restrições e riscos que impedem a operação normal da rota, mesmo após anúncios pontuais de reabertura.
O governo do presidente Donald Trump avalia medidas para garantir a navegação, incluindo presença militar na região. No entanto, aliados como França e Reino Unido resistem à proposta e indicam que só participariam após o fim das hostilidades, enquanto o Irã mantém pressão sobre a passagem e ameaça reagir a novas ações.