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Morre Regina do Acarajé, ícone da culinária baiana, aos 74 anos

Data:
Victor Quirino*

Baiana mantinha tradicionais tabuleiros no Rio Vermelho e na Graça e marcou a história da culinária de Salvador

Morre Regina do Acarajé, ícone da culinária baiana, aos 74 anos
Reprodução/Redes

Regina do Acarajé morreu nesta segunda-feira (19), aos 74 anos, em Salvador. Conhecida pelos tradicionais tabuleiros nos bairros do Rio Vermelho e da Graça, a baiana teve a morte comunicada pela família nas redes sociais. A causa da morte não foi divulgada.

Regina era a última representante viva da chamada “Santíssima Trindade do Acarajé”, ao lado de Dinha e Cira. As três se tornaram referências da gastronomia e da cultura soteropolitana e chegaram a receber a chave da cidade durante o Carnaval de 2003. Dinha morreu em 2008, e Cira, em dezembro de 2020.

A trajetória de Regina ficou ligada à tradição das baianas de acarajé, símbolo da identidade cultural da Bahia. Seus tabuleiros se tornaram pontos tradicionais da capital e ajudaram a preservar uma prática transmitida entre gerações.

Família presta homenagem

Em uma mensagem de despedida, os familiares lembraram Regina como mãe, avó, amiga e exemplo de fé. “É com o coração apertado que comunicamos o falecimento da nossa querida mãe, avó, amiga e grande exemplo de fé, nossa rainha!”, escreveram.

A homenagem também destacou características como a generosidade, a alegria e a força da baiana. “Seu sorriso, sua força e sua fé sempre serão lembrados e guardados em nossos corações”, afirmou a família.

Os parentes também ressaltaram a gratidão pelos momentos compartilhados e a importância de Regina na vida de quem conviveu com ela. “Hoje, a dor da despedida se mistura com a gratidão por tudo o que vivemos ao seu lado. Você foi luz, foi amor, foi família. Vai fazer muita falta…”, diz outro trecho da mensagem.

 

*Sob supervisão de Antonio Dilson Neto


 

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