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União Brasil e PP apoiam reeleição de Davi Alcolumbre à presidência do Senado

Data:
Atualizado em: 27 de Outubro de 2026
Victor Quirino*

Federação formada pelos dois partidos reúne 12 senadores a partir de 2027 e declara apoio ao atual presidente do Senado para novo mandato em fevereiro

União Brasil e PP apoiam reeleição de Davi Alcolumbre à presidência do Senado
Waldemir Barreto/Agência Senado

A federação formada pelo União Brasil e pelo Progressistas (PP) anunciou nesta terça-feira (27) apoio à reeleição de Davi Alcolumbre (União-AP) para a presidência do Senado. A escolha para o comando da Casa está prevista para fevereiro de 2027.

O posicionamento foi divulgado em nota assinada pelos presidentes das duas siglas, Antônio Rueda, do União Brasil, e Ciro Nogueira, do PP. A partir do próximo ano, a federação reunirá 12 senadores, sendo seis de cada partido.

No comunicado, os dirigentes defenderam a continuidade de Alcolumbre no cargo e destacaram sua atuação à frente do Senado e do Congresso Nacional. “A experiência de Davi Alcolumbre na condução do Senado Federal e do Congresso Nacional, especialmente em momentos de grandes desafios políticos, reafirma sua capacidade de promover o diálogo, construir consensos e preservar a independência do Parlamento e a harmonia entre os Poderes”, diz o texto.

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O senador também recebeu manifestações de apoio de lideranças de outras legendas. Durante a sessão que aprovou o fim da escala 6x1, o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), e o senador Otto Alencar (PSD-BA) sinalizaram apoio à permanência de Alcolumbre no comando da Casa. “Eu tive a oportunidade de exercer o meu voto favorável à sua Presidência e posso exercê-lo de novo pelo trabalho, pela sua perseverança, pela sua presença no Senado Federal discutindo as matérias”, declarou Otto Alencar.

Com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Alcolumbre ganhou força na disputa pela presidência do Senado. O atual presidente da Casa já articulava sua permanência no cargo independentemente de quem vencesse a eleição presidencial e deve enfrentar Rogério Marinho (PL-RN), apontado como nome apoiado pela bancada de 29 senadores do PL.

O apoio oficial da federação também dificulta os planos da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que havia manifestado interesse em disputar o comando do Senado. Com a decisão da legenda de apoiar Alcolumbre, a parlamentar passa a enfrentar a posição do próprio partido na articulação pela presidência da Casa.

 

*Sob supervisão de Antonio Dilson Neto

 

 


 

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