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Nova variante da Mpox preocupa OMS; testes indicam que antiviral mais usado não é eficaz

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Da redação

Estudo aponta que medicamento não acelera recuperação

Nova variante da Mpox preocupa OMS; testes indicam que antiviral mais usado não é eficaz
Reprodução/iStock

Uma nova variante do vírus da Monkeypox tem preocupado especialistas e a Organização Mundial da Saúde (OMS). A cepa surgiu da combinação de duas versões diferentes do vírus, o que pode provocar mudanças na forma como a doença se comporta.

O novo tipo foi identificado após análises genéticas mais detalhadas feitas por pesquisadores. Casos ligados à variante foram detectados no Reino Unido e na Índia, o que levou autoridades de saúde a reforçarem o monitoramento internacional da doença.

Outro ponto que chamou atenção foi o resultado de um estudo sobre o antiviral Tecovirimat, considerado a principal opção de tratamento para a Mpox.

A pesquisa, publicada na revista científica New England Journal of Medicine, comparou pacientes que receberam o medicamento com outros que não receberam o antiviral. Os resultados mostraram que o remédio não reduziu o tempo de recuperação, não diminuiu a dor nem acelerou a cicatrização das lesões.

Diante da descoberta da nova variante e da limitação do tratamento, especialistas destacam a importância de ampliar o monitoramento da doença e investir em novas formas de tratamento.

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